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quarta-feira, 13 de maio de 2020

REAGIR x RESPONDER


Sempre fui e posso dizer que ainda sou, uma pessoa muito reativa. A intensidade disso já me coloca em situações que eu não precisava passar.

Com o tempo e com a terapia, fui aprendendo que basta um par de “inspira, expira” que tudo começa a clarear na mente e o impulso de reagir passa.

Nessa quarentena fiz um curso sobre Inteligência Emocional e aprendi uma ferramenta muito simples que tem me ajudado muito quando alguma coisa me tira do sério. A ferramenta é o PROR – Pare, Reflita, Observe e Responda. É simples assim! Recebeu a mensagem, siga os três passos antes de responder.

Às vezes é difícil controlar? Sim, ainda preciso de muito auto controle, paciência e diálogo interno comigo mesma. Tem dias que a Gabi impulsiva sai na frente e nem dá tempo da Gabi tranquila se mexer, mas essa é a beleza do processo... Cair, levantar, aprender, cair de novo e seguir tentando...

terça-feira, 2 de maio de 2017

Trintei, e daí?

A maioria da mulherada tem medo dos 30. Medo do tal de metabolismo, medo de ficar sozinha, medo de não conseguir entrar mais naquela calça dos 20 e poucos, medo de não ter filhos, medo, medo, medo...

No dia que eu fiz 30 anos, uma amiga mais nova olhou pra mim e perguntou: “E aí Gabi, como tu está te sentindo?”. Aquela pergunta me soou tão estranha que eu fiquei pensando qual seria a resposta que ela esperava além de “Muito bem, obrigada!”.  

Os 30 não chegam de um dia pro outro, o teu metabolismo não para de funcionar do dia pra noite, os medos não chegar junto com o teu primeiro despertar após o dia do aniversário. Tudo isso é um processo. Um processo que depende de ti levar tranquilamente ou não.

Eu podia escrever aqui milhares de coisas que eu aprendi com os 30 (assim, bem clichê) mas eu prefiro que todas nós esqueçamos um pouco essa história de idade e façamos aquilo que nos dá vontade, quando e se quisermos, do jeito que for melhor pra gente.

Eu queria chegar nos meus 30 gostosa, sendo fitness, com o emprego dos sonhos, uma carreira de jornalista invejável, viajada, casada, talvez com filhos. Quase nada disso aconteceu. Mas eu sei que nunca vou ter a maturidade que eu tenho hoje com a forma física e a saúde que eu tenho hoje com as condiçõe$ que eu tenho hoje, então, bora aproveitar esses 30!

Vamos esquecer um pouco esses fantasmas, soltar o freio e sentir, viver e aproveitar.


A verdade é que as vezes eu me acho super guria pra fazer algumas coisas e em outras situações eu me sinto uma tia velha. Acho que, em resumo, isso é ter 30 anos. É o limbo da vida. Então vamos aproveitar porque esse limbo, assim como todas as outras fases que a gente já passou, passa voando e nós vamos morrer de saudade!!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Uma folha em branco para desacelerar


Uma folha em branco é quase como um recomeço. Uma oportunidade pra fazer tudo de novo, reescrever corrigindo os erros, melhorando, buscando sinônimos para palavras repetidas...

Eu gostava mais daquele tempo quando as palavras eram riscadas e rabiscadas, às vezes apagadas pela borracha que deixava suas marcas no papel, denunciando a sua tentativa de passar despercebida.

Sempre gostei de escrever à mão e à caneta, que é pra não ter chance de apagar um texto pelo simples fato de ter medo do que os outros vão pensar ou por achar que aquilo está muito piegas, muito sentimental, muito bobo.

Sou do tempo em que a gente escrevia muito. Tive diário, vários deles, muitos mesmo... Até hoje estão guardados cuidando das palavras que escrevi, muitas vezes contando problemas adolescentes, infantis até... Escrevia cartas para os familiares que moravam em outra cidade, contava as coisas que aconteciam comigo e adorava a expectativa, algumas vezes frustradas, de receber a resposta, abrir aquele envelope cheirando à cola, com selo e tudo. Ai, ai...

Por mais que a gente tente não se render à praticidade da tecnologia, é quase impossível resistir. Ela veio pra ficar, pra ajudar a tornar tudo mais rápido, mais instantâneo. Mas isso traz também a contrapartida, as coisas ficam mais efêmeras, passageiras, sem importância.

Lembra do tempo das fotografias de filme, quando precisávamos esperar até ver o resultado dos cliques? Depois de esperar tanto tempo, a gente nem se importava com fotografias meio fora de foco, tremidas, com uma pose ruim ou uma careta imperfeita. Hoje, é só celular, mil selfies na mesma pose até achar aquela fotografia perfeita que vai retratar um momento inesquecível que você não está vivendo porque encontra-se muito ocupado tirando fotos.


Eu, como boa fã do papel e da caneta, continuo escrevendo e reescrevendo as coisas. Começando e recomeçando a cada folha em branco que me aparece no caminho. Me pego pensando para onde estamos indo com essa pressa toda, onde vamos chegar... Será que não é bom reservar um pouquinho do nosso tempo pra desacelerar?

segunda-feira, 25 de julho de 2016

“Pra ser jornalista não precisa de diploma”

Realmente, não precisa de diploma, não precisa de papel.

Pra ser jornalista precisa saber escrever direito, precisa saber pesquisar, ir atrás das informações, checar, checar e checar. Pra ser jornalista precisa ter senso crítico para diferenciar o que é notícia do que não é. Pra ser jornalista precisa pensar e saber quais os impactos que aquilo que você escreve vai ter na vida das pessoas. Pra ser jornalista é preciso conhecer um pouco de legislação, de tecnologia, de meio ambiente, de esporte, de cultura, de ciência, de tecnologia, de inovação, de mundo, de tudo. Pra ser jornalista é preciso saber que a sua opinião tem que ter embasamento e não ficar só no “eu acho”. Pra ser jornalista tem que saber ouvir os dois lados antes de sair por aí falando bobagem.

É meu amigo, pra ser jornalista não precisa ter diploma. Precisa muito mais do que isso, precisa saber muita coisa que a faculdade não te ensina.


Mas mais do que qualquer conhecimento técnico, hoje, mais do que nunca, pra ser jornalista é preciso ter coragem e paciência para lidar e enfrentar pessoas que além de não reconhecer o seu trabalho ainda desdenham da sua competência e “acham” que qualquer um pode fazer o que você faz. 

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O dia que Deus falou comigo

Essa semana, muitas coisas deram errado. O computador estragou e quase perdi tudo de importante sobre trabalho, levamos uma multa, uma virose foi nos visitar e ainda não nos deixou, entre outras coisas menores.

Em alguns momentos praguejei, questionei, me fiz de vítima por causa desses problemas. “Será que eu mereço isso?” ou “Por que eu?” foram algumas perguntas que fizeram parte do meu discurso essa semana.

Vendo que esse desespero todo não ia resultar em nada, parei, pensei, rezei e, como dizia minha vó, entreguei pra Deus.

Pode parecer meio exagerado, mas eu “ouvi” a resposta ontem à noite.

Voltando da academia, com a cabeça cheia de preocupações e o corpo dolorido dos exercícios, parei no sinal e fui abordada por um homem. Como a rua estava meio deserta, eu estava no mundo da lua e a onda de violência aqui em Porto Alegre está grande, me assustei.

Quando percebi, ele estava olhando pra mim, com os braços levantados, vestido com uma camiseta de manga curta, uma calça jeans velha e um tênis todo rasgado. Tinha um rodo na mão e queria lavar o vidro do carro em troca de uma moeda qualquer. Agradeci, fiz sinal que não com a cabeça e ele se afastou com uma cara desolada.

Pra quem não sabe, a noite de ontem aqui em Porto Alegre estava muito fria, muito mesmo. Eu vestia um moletom e um casaco bem reforçado por cima com uma manta no pescoço.

Quando arranquei o carro fiquei pensando em como aquele homem estava sentindo frio com aquela camiseta de manga curta no meio da rua, aquela hora da noite. Me senti culpada e privilegiada pelo simples fato de ter um casaco pra vestir nessa noite fria. Me senti envergonhada de ter passado o dia todo reclamando por coisas tão pequenas. Me senti triste por não poder ajudar aquele homem naquele momento. Chorei.

Quando cheguei em casa, no meu lugar quentinho, com uma cama cheia de cobertas, comida me esperando, um banho quente e roupas limpas, recebi a notícia que meu computador fora arrumado, que a multa estava paga me que os sintomas de virose já estavam indo embora.


Agradeci e percebi que, às vezes, Deus fala com a gente de um jeito tão diferente e mágico que nem sempre estamos abertos para escutar o que ele quer dizer. Pra mim, foi como se ele dissesse “Calma, seus problemas são grandes porque são seus, mas dê uma olhada à sua volta de vez em quando para perceber o real tamanho deles no contexto do mundo”. 


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Daqui pra frente vai ser diferente!

Depois do meu aniversário de 29 anos, faltando só um ano para os 30, decidi que iria mudar algumas coisas na minha vida. Uma dentre essas coisas é o estilo de vida.

A correria é tanta que não é raro esquecer de me alimentar direito, faltar tempo para o exercício diário, fazer compras mais leves no super, ir à feira e todas essas coisas que contribuem para o estilo de vida sedentário que tenho levado.

Acontece que daqui pra frente, nos próximos 30 anos que vem por aí, não quero mais isso pra mim. Não quero que meus filhos levem esse estilo de vida, quero saúde, alegria e amor.

Esse novo ano de vida vai ser dedicado a isso, mudar o estilo de vida, quebrar os paradigmas construídos em 30 anos, adquirir hábitos saudáveis e curtir ao máximo cada momento aprendendo a lidar com as dificuldades que aparecerem pelo caminho.

Não vai ser fácil. Mas quem foi que disse que mudar é fácil?

#GabiRumoaos30
Vai ser divertido! 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Quase 30

Então chegaram os tão temidos 29 anos... Temidos porque falta só um ano para os ainda mais temidos, 30 anos. Mas porque será que é tão assustador fazer 30?

Te confesso que assusta. Assusta porque quando você se dá conta, já tem tanta história pra contar e já se vê falando coisas como “na minha época...” para os mais jovens e, de repente, você olha pra trás e se dá conta que já percorreu um caminho considerável. De repente aquele bar que era o ponto de encontro da sua adolescência não existe mais, aquele brinquedo que você adorava a sua irmã mais nova não tem nem a menor ideia de como funciona, aquele programa de TV que você corria da escola pra ver e acompanhava cada capítulo, já tá sendo regravado com atores mais jovens e você não acha a menor graça. Assusta ainda mais quando seus pais falam que na sua idade já tinham filhos, casa própria, família e você sente que ainda está saindo da adolescência. Você curte uma boa festa, mas já não se lembra quando foi a última vez que ficou até as 4h da manhã acordado e, sempre que dá, prefere um churrasco com os amigos ou uma janta em casa mesmo pra bater um papo e dar risada.

No meu caso, tenho uma irmã de 17, 12 anos mais nova que eu, e que faz questão de lembrar a minha “quase” idade sempre que me vê. Como se precisasse... Cada vez que eu olho pra ela me lembro de cada fralda que troquei, de como ela cabia em uma única almofada do sofá da sala e hoje fica com os pés pra fora. Lembro de como ela cabia no meu colo e puxava a minha camiseta pra chamar atenção quase na pontinha dos pés. Acompanhar o crescimento dela fez com que, a cada aniversário, eu me lembrasse que eu é que ficava mais velha.  

Tudo isso assusta. Perceber tudo isso assusta, mas no fundo, a gente sente que já faz parte desse mundo adulto “desconhecido”. 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Mudanças


No final de cada ano, eu acredito que alguma coisa vai mudar pra muito melhor na minha vida no ano que está chegando.

Em 2015 não foi diferente, enquanto eu fazia planos e planejava, o ano ainda nem tinha acabado e me reservava surpresas muito boas que aconteceram todas juntas naqueles últimos 15 dias do ano. Foi mágico quando eu me dei conta disso e percebi que corria o risco de não viver aqueles momentos porque estava pensando em como seria 2016.

A verdade é que a gente precisa dar tempo ao tempo, curtir cada momento como se fosse único e planejar sem deixar que isso vire uma angustia tão grande a ponto de cegar e não permitir que vejamos o que está logo ali à nossa frente.

Curti aqueles dias finais de 2015 e 2016 chegou já cheio de surpresas. Acabei planejando algumas coisas superficialmente, sem fazer aquele planejamento detalhado e não fazer isso me angustia um pouco. É como se eu saísse pra velejar sem saber bem pra onde vou.

Mas se tem uma coisa que eu sei é que 2016 será o ano da mudança, o ano de colher o que já plantei nesses últimos cinco anos e o ano de plantar para continuar colhendo nos próximos anos. Pensando nisso, me deparei com um texto que me inspirou a ter paciência com as coisas que me angustiam e que eu quero que aconteçam o quanto antes.

Não conhecia o James Altucher, autor do texto. Li o post no blog Apezinho e achei demais! O cara já escreveu um monte de livro, é empreendedor, criou mais de 20 empresas, um fenômeno. No texto ele cria uma grande lista de coisas que nos motiva a mudar. Vale a pena a ler e repensar alguns dos seus conceitos.

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Escrevi este post para mim. Por quê? Porque eu sabia que precisaria de orientação quando a insegurança aparecesse ou porque nos próximos 60 anos vou me reinventar muitas vezes. Já estive na estaca zero, ainda vou voltar para ela, certamente. Tive que mudar de carreira 15 vezes. Porque os meus interesses mudaram. Porque precisava desesperadamente de dinheiro. Porque odiava todo mundo ou eles me odiavam. Ou porque me apaixonei. O amor muda caminhos!

Desde que comecei a trabalhar essas idéias, já vi muitas coisas acontecerem. Para que não soe muito autobiográfico, tenho entrevistado centenas de pessoas para saber como elas se reinventam, essas são algumas das regras.

A) A reinvenção nunca para – Todo dia você se reinventa. Você está sempre em movimento. Mas você decide todos os dias: para a frente ou para trás.

B) Comece do zero – Suas classificações anteriores são pura vaidade. Você era um médico? Você tinha milhões? Você tinha uma família? Ninguém se importa. Você perdeu tudo. Você é um zero. Não tente dizer que você é qualquer outra coisa.

B1) Entrega – Não lamente o que deixou pra trás. Não fique ansioso à frente, embora seja difícil. Renda-se ao momento atual. Sirva ao momento. É o único mestre que você precisa ouvir.

C) Você precisa de um mentor – Senão você vai afundar. Alguém tem que mostrar-lhe como mover e respirar. Mas não se preocupe em encontrar um mentor (ver abaixo).

D) Três tipos de mestre:
– Direto. Alguém que está na sua frente e vai mostrar como ele fez o seu caminho. O que é “o seu caminho”? Aguarde. A propósito, mentores não são como aquele senhor chinês em “Karate Kid”. Em última análise, a maioria dos mentores vai te odiar.
– Indireto. Livros. Filmes. Você pode terceirizar 90% de orientação para livros e outros materiais. 200 a 500 livros equivalem a um bom mentor. As pessoas me perguntam sobre “um bom livro” e nunca sei a resposta. Há de 200 a 500 bons livros para ler. Apostaria em livros inspiradores. Leia-os sublinhando-os todos os dias.
– Tudo pode ser um mentor. Se você é um zero e tem paixão por reinvenção, tudo o que você vai olhar pode ser uma metáfora para o que você quer fazer. Não se sinta preso dentro de si mesmo. Olhe para tudo. Veja o que o mundo tem para oferecer.  Mesmo que isso pareça nada, já é alguma coisa.

E) Não se preocupe se você não sabe qual é a sua paixão – Dê pequenos passos. Você não precisa de uma paixão para ter sucesso. Mas desempenhe o que faz com amor e o sucesso será um consequência natural.

F) Tempo necessário para reinvenção: cinco anos – Já vi mais de 500 exemplos, todos iguais.
Ano Um: você está pensando e lendo tudo sobre o que quer fazer.
Ano Dois: você sabe com quem precisa conversar, interagir e como se comporta o tabuleiro desses novos empreendimentos.
Ano Três: você é bom o suficiente para começar a ganhar dinheiro, mas não para se sustentar ainda.
Ano Quatro: você está construindo uma boa vida.
Ano Cinco: você está construindo riqueza.
Às vezes fico frustrado nos anos 1 e 4. “Por que não está acontecendo ainda?”, digo. E é assim mesmo. Apenas continue. Ou pare e tome novo rumo. Mudança nunca é ruim. Isso significa que você aprendeu o suficiente de uma coisa e agora está pronto para a próxima.

G) Não leva mais do que cinco anos nem menos – Muitas pessoas olham para os atalhos da vida, mas nesse caso não há atalho. As pessoas perguntam: “o que você diria a si mesmo aos 20 anos?” Eu diria, “envelheça até a a minha idade e você vai saber a resposta.”

H) Não se trata de dinheiro – Mas o dinheiro é uma medição decente. Quando as pessoas dizem “não é sobre o dinheiro”, muitas vezes elas realmente estão dizendo: “Estou com medo É TUDO sobre o dinheiro.”
“Que tal só fazer o que ama?”, dizem. Haverá muitos dias em que você não vai amar o que está fazendo. Se você está fazendo apenas por amor, então vai demorar muito mais do que cinco anos porque a felicidade é apenas uma percepção positiva de nosso cérebro. E em alguns dias você vai estar infeliz. Nosso cérebro é uma ferramenta que usamos. Não é quem nós somos.

I) Quando você pode dizer, “Eu sou um X!” Onde “X” é a sua nova carreira? – Hoje.

J) Quando posso começar a fazer X? – Hoje. Se você quer pintar, então compre uma tela e tintas. Comece a comprar os 500 livros, um por vez, e comece a pintar. Faça estas três coisas:
– Leia.
– Escreva.
– Digite a história do seu escritor favorito, palavra por palavra. Pergunte a si mesmo por que ele escreveu cada palavra. Ele é o seu mentor hoje. Reinvenção começa todo dia.

K) Como faço para ganhar dinheiro? – Por volta do ano três que você já empenhou de 5000 a 7000 horas em seu negócio. Isso é bom o suficiente para estar no topo das 200-300 empresas no mundo (de qualquer coisa). Você consegue ganhar a vida estando entre as top 200. No ano 3 você vai saber como fazer dinheiro.
No ano 4 você vai dar escala aos rendimentos e ganhar a vida. Algumas pessoas param no ano 4. Enquanto isso, não tenha medo de trabalhar em qualquer outra coisa pra ganhar dinheiro. Pode ser em diferentes campos, mesmo aqueles que você odeia. Não se odeie por fazer as coisas que você odeia.

L) No ano 5 você é top 30-50 – assim você criar riqueza.

M) Como vou saber o que posso fazer? Seja qual for a área, leia 500 livros sobre o assunto. Vá para a livraria e comece a leitura. Se você ficar entediado três meses depois, volte para a livraria. É normal se desiludir. Sucesso é melhor do que o fracasso, mas as maiores lições são encontrados no fracasso. Muito importante: não tenha pressa. Você vai se reinventar muitas vezes. Você vai deixar de se reinventar muitas vezes. Isso é divertido também.

N) As escolhas que fizer hoje serão a sua biografia amanhã – Faça escolhas interessantes e tenha uma interessante biografia.

N1) As escolhas que fizer hoje serão a sua biologia amanhã – Ambiente, cultura, comida, sono, movimento. Como você se sente hoje? Como você vê o mundo de hoje? Como você se vê hoje?

O) O que acontece se eu gosto de alguma coisa estranha – Como arqueologia bíblica ou as guerras do século XXI? Repita todas as etapas acima e, em seguida, no ano 5 você vai fazer riqueza. Nós não temos nenhuma ideia de como. Não olhe para encontrar o fim da estrada quando você ainda está na primeira etapa.

P) E se a minha família quiser que eu seja doutor? – Quantos anos você prometeu para a sua família? Dez anos? Todos? A coisa boa é: você pode escolher. Nós só temos esta vida para sermos livres.

Q) meu mentor quer que eu faça coisas a sua maneira! – Isso é bom. Conheça o caminho do mentor. Em seguida, faça o seu. Com respeito.

R) Minha mulher está preocupada que eu não vou ajudar em casa – Depois de trabalhar muitas horas por dia, 7 dias por semana, use seu tempo livre para se reinventar. Alguém que está se reinventando sempre tem tempo livre. Use-o da melhor forma.

S) E se meus amigos acharem que eu sou louco? – Os amigos é que mudam. Alguns ficam com você, alguns se afastam. Quando você se reinventar, você estará mudando constantemente as pessoas ao seu redor. Isso é natural.

T) E se eu quiser ser um astronauta? – Isso não é uma reinvenção. Isso é um trabalho específico. Amplie sua visão. Se você gosta de “espaço” há muitas carreiras. Richard Branson queria ser um astronauta e começou a Virgin Galactic.

U) E se eu quiser beber e ir pra festas? – Leia este post novamente em um ano.

V) E se eu não estiver me mantendo saudável, anotando ideias, me cercando de boas pessoas e não sendo grato? – Leia este post novamente em dois ou três anos, quando você está falido, sem emprego ou amigos.

W) E se eu não tiver habilidades? – Leia o “B” novamente.

X) E se eu não tenho nenhum diploma ou um diploma inútil? – Leia o “B” novamente.

Y) E se eu tiver que focar em pagar dívidas? – Leia “R” novamente.

Z) Por que me sinto vivendo uma vida que não é a minha? – Agora é a hora de viver sua vida. Todo mundo se sente como uma fraude em algum momento. Quando você se sentir assim, pense: “este é o momento em que estou nascendo.”

AA) Eu não posso ler 500 livros. Há um livro que eu deveria ler? – Desista.

BB) E se eu estiver doente demais para me reinventar? – A reinvenção irá aumentar todos os produtos químicos saudáveis ​​em seu corpo: a serotonina, a dopamina, a oxitocina. Não use a sua saúde como desculpa. Reinvente a sua saúde em primeiro lugar. Durma mais horas. Coma melhor. Faça exercícios. Estes são passos fundamentais na sua reinvenção.

CC) E se o meu último parceiro me ferrou e eu ainda estou processando-o? – Pare de brigar e não pense mais nele. Metade do problema era você, não ele. Perdi um monte de dinheiro em algo que não foi culpa minha? Ou era pra eu me enterrar em algo não era tão bom? Não importa. Qualquer opinião será retardatária. Você e eu somos “reinventers”.

DD) E se eu for para a cadeia? – Perfeito. Releia o “B”. Li um monte de livros na cadeia.

EE) Eu sou tímido. – Faça das suas fraquezas seus pontos fortes. Os introvertidos ouvem melhor, se concentram mais e têm formas de serem mais cativantes.

FF) E se eu não puder esperar cinco anos? – Se você pensa em estar vivo dentro de cinco anos, você pode começar hoje. O melhor da reinvenção acontece quando comemoramos cada pequeno sucesso, em cada etapa do dia. Hoje, por exemplo, tive um pequeno sucesso, vou comemorar!

GG) Como devo montar as minhas redes? Faça círculos concêntricos com você no meio. O próximo são os amigos e familiares, as comunidades online, os encontros presenciais, as conferências e líderes do pensamento, mentores, clientes e criadores de riqueza.

HH) O que acontece quando a gente se acha muito bom no que faz? – Em seis, 12 meses você vai estar de volta no “B”. É um clichê, mas a “mente de principiante” é a mente da reinvenção.

II) Sou apaixonado por duas coisas e não quero ficar só com uma das delas – Combine as duas e você vai ser o melhor do mundo. Quero escrever um romance, fazer comédia e ajudar as pessoas. Posso escrever um romance engraçado que compartilha minhas experiências e ajuda as pessoas!

JJ) E se eu estiver tão animado que já queira ensinar o que estou aprendendo? – A única maneira de realmente aprender é ensinar. Já escrevi 500 histórias de sucesso sobre reinvenção porque quero aprender. Ensinar o que aprendo “cimenta” os aprendizados. Ensine que você aprende mais.

KK) E se eu quiser ganhar dinheiro enquanto durmo? – No ano 3, começa a fase de terceirização do que você faz. Quando percebi que poderia fazer isso, minha vida mudou. É como se de repente eu tivesse 50 pessoas reunidas em uma só.

LL) Como faço para conhecer mentores e líderes do pensamento? – Depois que tiver bastante conhecimento (depois de 100-200 livros), anote dez idéias para 20 diferentes mentores em potencial. Nenhum deles vai responder. Anote mais dez ideias para 20 novos mentores. Repita a cada semana. Coloque junto um boletim informativo para todos que não respondem. Repita até que alguém responderá. Crie um blog sobre seus esforços de aprendizagem. Construa uma comunidade em torno de você.

MM) E se eu não tiver ideias? – Pratique senão o músculo atrofia. Você tem que exercitá-lo. É difícil tocar meus dedos dos pés, se eu não tentar todos os dias. As boas ideias chegarão.

NN) O que mais devo ler? – Após os livros, ler sites, fóruns, revistas. Mas a maioria é lixo.

OO) E se eu fizer tudo que você diz e ainda assim não funcionar? – Vai funcionar. Só espere. Não tente encontrar o fim da estrada. Você não pode vê-lo no meio do nevoeiro. Mas você pode ver o passo seguinte e você sabe que se você der o próximo passo, eventualmente, chegará ao fim da estrada. A única coisa que vale a pena pensar é em dar o próximo passo.

PP) E se eu ficar deprimido? – Primeiro, deixe-me abraçá-lo. Segundo: coma, movimente-se, durma. Esteja próximo das pessoas que ama. Ria. Anote ideias. Quando você está deprimido, tudo isso é difícil. É difícil para mim. Mas é importante fazê-lo. A espada mais afiada é feita pelo fogo, não água.

QQ) E se eu ficar com medo? – Ser humano significa sentir medo. Diga oi para ele. Coma. Jogue. Durma. Dê o próximo passo. Fique perto de pessoas que você ama. Anote ideias. Elas te levarão para fora de seu medo. Seja grato pelo que você tem. Senão, você estará sempre à procura de coisas que nunca poderá ter.

SS) Parece que nada nunca funciona para mim? Gaste dez minutos por dia praticando gratidão. Observe sua raiva. A raiva nunca é inspiradora, mas a gratidão é. A gratidão é a ponte entre o seu mundo e o universo paralelo onde todas as ideias criativas vivem. Posso dizer uma coisa estúpida que eu faço? Quando chego nesse sentimento de “nada funciona para mim” (acontece muitas vezes, não importam meus sucessos), encho meu peito e digo em voz alta: “Abundância!” Como disse, é estúpido. Mas funciona.

TT) E se eu tiver que lidar com gente “babaca” o tempo todo? – Encontre novas amizades. Quem está se reinventando sempre encontra pessoas que tentarão derrubá-lo. O cérebro tem medo de reinvenção, porque ele se sente inseguro. Por isso vai jogar pessoas em seu caminho que vão tentar pará-lo. Aprenda a dizer “não”. Mesmo que seja tão difícil no início. Aprenda a perguntar. Mesmo que seja tão difícil no início.

UU) E se eu estiver feliz no meu trabalho de todo dia? – Boa sorte.

VV) Por que eu deveria confiar em você. Você falhou tantas vezes? – Não confie em mim.

WW) VOCÊ SERÁ MEU MENTOR? – Você acabou de ler este post.



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Agora não, depois eu faço, ainda tem tempo...

Esse é um dos meus principais defeitos, a procrastinação. Eu iria ainda mais fundo, a sabotagem.
Quando deixo para amanhã algo que poderia ser feito já, sei exatamente o que estou fazendo, não é algo inconsciente. Sei que amanhã mil e uma coisas podem acontecer e pode não dar tempo, sei que vou ficar ansiosa porque vou achar que não vai dar tempo, mas me conforto com a icônica frase “trabalho melhor sobre pressão”.

De fato, nunca deixei nada importante por fazer, embora as deixe sempre pra última hora. Nunca atrasei trabalhos da faculdade ou projetos no trabalho. Mas ultimamente, eu diria até nos últimos anos, tenho deixado uma coisa muito importante para depois (um depois que nunca chega) EU.

Mais um ano se passando e mais uma vez eu vendo coisas minhas que eu não fiz, sonhos que eu não realizei (e que eram totalmente possíveis), projetos que não andaram nem um pouquinho. Resultado: mais e mais ansiedade pingando nesse poço que já tá quase transbordando.

É ruim ouvir de alguém que amamos muito que é preciso definir prioridades e que uma delas tem que ser eu, a minha saúde física e mental. Faz a gente pensar em que rumo está seguindo, onde isso vai parar, o que queremos do futuro... Aquelas perguntas cretinas que nunca sabemos as respostas.

Minha vida toda até aqui foi de desculpas. Não fiz isso porque aquilo. Não fui lá porque choveu. Não segui esse plano porque me desmotivei e pisei na bola. Não vou em tal lugar porque acaba tarde e eu moro longe.

Perdi tempo procrastinando muitas coisas. Perdi algumas oportunidades de fazer coisas bacanas, conhecer pessoas legais, visitar lugares que nunca imaginei. Não quero mais isso. Não quero mais ser a pessoa preguiçosa, procrastinadora e cheia de desculpas.

Já me disseram que eu sou muito forte, que eu já fiz tanta coisa que nem me dei conta de como precisei ser forte, que se eu me visse como os outros me veem eu sentiria orgulho de mim. Realmente, meu espelho tem defeito e meu senso crítico também. Não me vejo essa pessoa forte e capaz que algumas pessoas enxergam. Talvez eu esteja me escondendo atrás dessa aparência frágil para ter atenção, talvez eu não queira ser essa pessoa por algum motivo que eu juro que não sei qual é...

Enfim, final de ano é assim pra mim... Fico mais pensativa, faço um balanço de tudo que aconteceu e, escrevendo isso agora, parando pra pensar nesse 2015, percebo que apesar de algumas coisas não terem sido tão legais, foi muito bom, aconteceram coisas maravilhosas, tive ótimos resultados, mas percebo também que me deixar de lado esse tempo todo não me fez nem um pouco bem e faz com que a sensação seja de fracasso total.


Eu quero. Eu posso. Eu consigo. Eu vou mudar isso para que os próximos anos sejam cada vez melhores e que essa sensação ruim dê lugar a alguma outra que eu desconfio que não conheço... 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Era fotografar ou viver. Eu escolhi viver.

E aquele momento único eu não consegui capturar. Porque eu, logo eu que sou fotógrafa e tenho uma câmera maravilhosa, não fui capaz de fotografar aquele momento?

Era a primeira vez que colocávamos a chave na porta daquele que vai se tornar o nosso primeiro lar. Não se faz isso duas vezes na vida. A máquina estava ali, preparada. Guardei.

Era fotografar ou viver. Eu escolhi viver.

Escolhi guardar cada segundo, cada sensação, cada lágrima de emoção daquele momento que não durou mais que um minuto na minha memória. Decidi eternizar o sentimento e não a imagem. Guardei no coração, não no papel.  

Fecho os olhos e consigo voltar exatamente àquele segundo. Sinto o coração bater forte e aquela mesma lágrima que correu lá, corre agora. Lembro perfeitamente de cada canto do apê, dos sorrisos, das palavras, das juras. Sinto o abraço, o beijo, o cheiro de casa fechada, vejo as janelas se abrindo e escuto o champanhe estourando.


Tem coisas na vida que vale a pena serem guardadas só na lembrança. Há quem diga que se lembra melhor através das fotografias. Pra mim, se você não consegue fechar os olhos e sentir tudo de novo, cada sensação, os mínimos detalhes, me desculpe a franqueza, mas você não conseguiu viver aquele momento intensamente. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

#DesafioNovoHábito - O fim do começo


90 dias são 90 dias. Não vou dizer que passaram rápido, bem pelo contrário... Agora sinto um misto de alívio com saudade...

Foram três meses desafiando a minha força de vontade todos os dias, vencendo cada batalha de uma imensa guerra interna que se instalou dentro de mim. Exagero? Pode até parecer, mas quem me conhece e sabe o tamanho da minha preguiça, sabe que é verdade.

O meu principal objetivo com esse Desafio foi criar o hábito de fazer exercícios todos os dias. Foi difícil e eu não teria conseguido se não tivesse dado o primeiro passo naquele dia 14 de abril. E o fato de compartilhar com todos o que eu estava fazendo foi uma estratégia que achei para cobrar de mim mesma os resultados diários. Não foi pra me promover bombar o face, encher o saco dos outros ou algo assim, eu realmente preciso prestar contas pra alguém (alguém que me cobre) e ficar com vergonha de não conseguir. Isso me motiva.

Objetivo atingido! Palmas pra mim!! Venci! Estou orgulhosa de mim mesma! Posso garantir que poucas sensações são melhores do que essa. Ver que você é capaz de fazer algo que todos duvidavam. Provar para si mesmo que sim, você consegue traçar metas e atingi-las.

Queria agradecer a todo mundo que acompanhou o desafio, seja lendo os posts do blog e do face, seja participando das minhas caminhadas, seja apoiando com mensagens e palavras amigas. Isso me surpreendeu positivamente pois, como já disse, o objetivo era ter comprometimento e quando comecei a receber incentivo das pessoas (conhecidas ou não) fiquei bem mais motivada e feliz. Obrigada de verdade!! Foi bem importante pra me fazer chegar até o dia 90!

E para quem já está se perguntando o que vai ser a partir de agora, se vou continuar e blá blá blá... O título desse post responde a pergunta. Esse foi só o fim do começo de uma longa jornada que vai durar pra sempre!

O que vai acontecer agora é que não vou mais incomodar todo mundo com meus posts diários. Não tenho mais aquela obrigação de postar todos os dias sem falhar um. E posso dizer que não preciso mais disso para me exercitar (vitória!!).  Mas não sei se vão se ver livres de mim por muito tempo... Já estou pensando nos próximos desafios... 


Durante esses três (longos) meses, algumas pessoas vieram conversar comigo parabenizando a iniciativa, dizendo que queriam fazer algo parecido mas que isso não era pra elas. Com essas pessoas quero dividir algumas das lições que tirei dessa caminhada, porque sim, a gente sempre aprende alguma coisa.

- Ache a sua motivação. Seja ela qual for. Encontre algo que realmente faça a sua força de vontade ser maior do que tudo. Depois disso, trace uma meta e leve isso a sério. Firme um compromisso com você (ou com os outros, como eu fiz) e a sua força de vontade vai aparecendo aos poucos. Ela existe, acredite!

- Peça ajuda, busque o apoio que você precisa. Isso é tão importante quanto achar a sua motivação interior. É muito mais fácil completar uma caminhada longa quando temos do nosso lado pessoas que vão nos apoiar nos momentos de fraqueza.

- Comece hoje! Dê o primeiro passo agora! Não tenha medo, não se ache incapaz, acredite em si mesmo! Levante a bunda do sofá e mexa-se!

- Vai dar vontade de desistir. Lute contra essa vontade. Você é mais forte que ela, você pode dominá-la. E se em algum momento você fraquejar, levante a cabeça e comece de onde parou. Não é vergonha pra ninguém recomeçar. 

- Acredite que é possível. Se eu consegui, você vai conseguir também!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Era uma vez o hexa...


Ontem o Brasil perdeu mais uma Copa do Mundo de futebol.

Mas não era qualquer Copa, era a Copa no Brasil. E também não foi qualquer derrota, foi uma goleada de 7x1 para a Alemanha, a provável campeã do mundo.

Foi triste, foi decepcionante, foi irritante ver o time do Brasil apagado em campo. Foi uma tragédia. 

Ninguém imaginou (nem no pior dos pessimismos) que o placar seria tão vergonhoso, mas aconteceu. Acontece. No esporte acontece, na vida acontece... Quem nunca perdeu e ficou com vontade de dar uma de avestruz e enterrar a cara na terra de tanta vergonha que atire a primeira pedra.

E como teve gente que fez isso... Muita zoação nas redes sociais (confesso que me diverti bastante com algumas), muita revolta, muitas palavras ofensivas, muitas críticas.

Mas o que me deixou mais “de cara” foi ver os narradores e comentaristas de futebol que antes da partida estavam idolatrando jogadores e comissão técnica começarem a abrir a torneirinha de asneiras depois do jogo.

É muito fácil criticar alguém quando não é você que está passando por aquele momento. É fácil julgar e dizer que teria dado certo assim ou assado. OIEEE!!! Quem é que sabe disso rapaz? Por acaso tem segunda chance na vida pra tentar de novo?

E não venha me dizer que eles não estão nem aí, que já ganharam dinheiro suficiente para estar lá e que depois do jogo vão embora para suas mansões tranquilamente. Pode até ser verdade, mas eu sei e você sabe que uma vergonha assim, vista por uma das maiores audiências de todas as Copas do Mundo não se esquece fácil assim.

Eu fiquei triste sim. Como todo brasileiro queria ver meu país hexa campeão do mundo e festejar como em 1994 e em 2002. Com certeza não queria ver os jogadores que deram tudo de si durante os 90 minutos dentro do campo (mesmo que o tudo de alguns seja tão pouco) chorando feito crianças de tanta vergonha.

Mas não é por isso que vou queimar as minhas bandeiras, deixar de cantar o hino nacional, mentir por aí que sou estrangeira ou rechaçar um dos nossos jogadores na rua.

Continuo sendo brasileira com muito orgulho do meu país e do povo ao qual faço parte.


Futebol é futebol, ponto final. Perdeu, aceita. A vida segue. 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Sobre plantar e colher


Alguns momentos na vida temos a certeza de que estamos no caminho certo. Certeza de que vamos chegar em algum lugar legal, mesmo que não tenhamos certeza de onde exatamente queremos chegar. Nesses momentos é preciso acreditar, afastar as dúvidas e medos que vão aparecer (e acredite, eles serão muitos) e confiar no que está sendo preparado para o futuro.

Colhemos aquilo que plantamos.

Não fique esperando de braços cruzados aquela única semente que um dia, muito a contragosto você plantou, crescer e dar frutos suficientes para o resto da vida. Isso não vai acontecer. É preciso plantar e deixar que o tempo faça o seu trabalho.

Plante sempre! Nunca se esqueça que cada passo dado é uma semente plantada. Faça isso sempre da melhor maneira possível e os frutos que você vai colher serão lindos e gostosos.


Os frutos podem demorar a aparecer, mas se você semear muitas sementes vida afora, na hora de colher, colherá muitos frutos, tantos que não caberão nos seus braços e você terá que dividir com os outros. Então, nesse momento, descobrirá que dividir também é uma maneira linda de plantar.

terça-feira, 20 de maio de 2014

É dando que se recebe

A cada dia que passa me convenço mais de que as coisas que nos acontecem são fruto das nossas vibrações. Nesses últimos tempos têm acontecido coisas comigo que me fazem acreditar nisso mais e mais...

Eu nunca fui de poupar dinheiro. Se tenho, gasto com coisas que me fazem bem, que me dão prazer. Há um tempo atrás aprendi que poupar é preciso e desde então separo uma quantia x do salário mensal e coloco na poupança. O que sobra gasto sem dó.

Adoro dar presentes para as pessoas que amo. Pra mim, presente a gente dá mesmo sem motivo. Olhou alguma coisa, lembrou da pessoa é o presente perfeito, não importa o valor. O mais legal é ver a surpresa e a satisfação no olhar. Isso me deixa muito feliz.

Bom, mas voltemos às vibrações...

O que acontece hoje é que as pessoas deixam de transcender algumas coisas em favor de si próprias e não se dão conta de que esse tipo de atitude traz a vibração pra baixo, faz a gente ficar com medo de perder algum bem material ou invejar um amigo pela felicidade que ele sente.

Se você já teve alguma coisa roubada (carro, celular, dinheiro) vai lembrar aquele sentimento de perda que sentiu no momento em que percebeu que aquilo que te pertencia sumiu.

Esqueça as coisas materiais por um segundo. O que aconteceu já foi e você não pode mudar o passado. Mude seu presente, tome uma atitude diferente, reaja de maneira diferente aquilo que acontece todos os dias.  

Divida o que é seu com o próximo sem medo de estar perdendo. Divida seu amor, seu sorriso, seu dinheiro, seu casaco, sua alegria, sua casa, seu carro... Na verdade, você só tem a ganhar com isso. Você vai se sentir tão bem que a sua vibração vai subir na mesma hora! E a partir daí, uma vez com a vibração lá no topo do universo, as coisas vão começar a dar certo! O universo, Deus, Alá, Buda, uma força maior ou o que quer que você acredite, vai olhar pra você e devolver em dobro tudo aquilo que foi dado de bom grado, sem pena, sem dó, sem arrependimento.

Acredite! Pratique!

Acredite! Acontece!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O último dia da sua vida

O texto abaixo é de um blog muito bom que encontrei por acaso nessas andanças pela internet. Aqui você lê mais textos que valem à pena. Adoro pessoas que conseguem expressar os sentimentos com palavras de maneira tão linda...

Esse em especial me tocou profundamente porque já me vi em situações difíceis de lidar onde achamos que não existe saída. Ela existe, chorar e se desesperar não adianta. Respira, levanta a cabeça e segue em frente!

Se você ler isso.
É porque tive a coragem de postar.
6 meses atrás…
Meu pai estava correndo atrás da minha sobrinha pela casa.
A minha namorada enviava mensagens dizendo:
“Eu te amo.”
3 meses atrás…
Meu pai foi diagnosticado com uma doença neuro degenerativa.
Sem cura,
que iria matá-lo aos poucos.
A minha namorada,
se muda para outra cidade.
2 semanas atrás.
Meu pai não consegue mais ficar em pé.
Minha namorada,
termina comigo.
A vida é a coisa mais frágil,
instável e imprevisível que existe.
No dia que minha namorada terminou,
voltei pra casa e quando abri a porta,
estava meu pai,
sentado sem força para levantar do sofá.
Passaram 8.433 coisas na minha cabeça.
Comecei a chorar.
Ele disse:
Se você soubesse que hoje é seu último dia de vida,
você passaria ele chorando?
Está aí uma excelente forma de engolir o choro.
Encontrar esperança onde pensava não existir nada.
Falei com meu pai que estava tudo dando errado.
Ele disse:
Todas essas coisas que não eram para acontecer,
aconteceram.
O que acontecerá depois depende de você.
Na mesma hora liguei para um amigo,
ele chamou outro amigo.
Saímos para conversar.
Um deles contou que a mãe também estava morrendo.
Voltei para casa.
Fui até o quarto do meu pai e disse:
Eu te amo.
É importante ter tempo para dizer às pessoas que você ama, o quanto você as ama,
enquanto elas podem te ouvir.
Ele começou a chorar.
Eu disse:
Se você soubesse que hoje é seu último dia de vida,
você passaria ele chorando?
Ele sorriu.
Pessoas fazem você seguir em frente.
Se você está sofrendo por amor,
se alguma pessoa que você ama está doente,
não fique puto com o mundo.
Não se torne um babaca.
As coisas caem e quebram, é a vida.
E a vida é dura.
As pessoas cometem erros.
Mas, se você me perguntar,
é a parte que vem depois que importa.
A parte onde você faz a coisa certa.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Rédeas

Vejo muitas pessoas por aí que não sabem o que querem da vida e acabam deixando a vida levar elas para onde quiser, como um barco a deriva no mar que depende do movimento das ondas e não tem poder nenhum de decisão sobre seu destino. 

O meu recado de hoje é para essas pessoas, com as quais por muito tempo me identifiquei. 

Seja o dono da sua vida. Não se contente nunca com aquilo que os outros querem pra você. Faça o que você acha certo. Tome suas próprias decisões e faça as coisas de acordo com os seus princípios.

E se você não souber o que você quer, pare um pouco e pense sobre isso. Tome o tempo que for necessário. Você vai descobrir. 

A pior coisa que você pode fazer pra si mesmo é deixar a vida te levar, porque se você não tomar as rédeas da sua vida e levá-la na direção que quiser, ela vai atropelar todos os seus sonhos, desejos e vontades, e é nesse momento, que você se perde pra sempre."


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Tranquilidade x Educação

Ontem, enquanto esperei por 50 minutos um ônibus que demoraria mais 50 minutos para chegar em casa, presenciei uma situação que até agora me deixa chocada pelo comportamento medíocre das pessoas.

“O motorista do ônibus abre a porta de trás e, mesmo com a parada lotada de gente esperando, não abre a porta dianteira. O fato é que o ônibus já estava cheio o suficiente e não tinha condições de transportar mais ninguém (pelo menos não em segurança). Mesmo sendo o ônibus que me levaria pra casa, nem pensei em entrar. No entanto, poucos pensaram como eu e a grande maioria das pessoas resolveu entrar no ônibus pela porta de trás mesmo, sem um pingo de vergonha na cara por não pagar passagem, como o fato de estarem ali há muito tempo justificasse.

A cobradora do ônibus, por sua vez, disse ao motorista que não saísse da parada enquanto as pessoas que entraram sem pagar descessem. E foi o que ele fez. Não arredou o pé.

Não preciso dizer que os segundo que se seguiram foram de total desordem, gritaria e bagunça.

Eis que um policial está chegando à parada quando vê a bagunça, se intera do assunto e pede educadamente às pessoas que subiram sem pagar que desçam. Depois de muita discussão, alguns querendo tirar os outros à força de dentro do ônibus e outros querendo chamar a polícia, algumas das muitas pessoas que subiram sem pagar resolvem descer, o ônibus fecha a porta e vai embora.

Um dos cheios de razão que desceu muito a contragosto (um senhor de idade, diga-se de passagem) gritava pros quatro ventos: o gaúcho é mesmo muito tranquilo. Se fosse no Rio ou em São Paulo, já tinham colocado fogo nesse troço!

A fila de ônibus atrasados por causa dessa bagunça toda já somava mais de 10. Logo atrás vieram mais quatro da mesma linha. Peguei o último e fui sentada até minha casa.”

Desculpa aí moço ignorante. Mas o que o senhor chama de tranquilidade, eu chamo de educação. Não é porque você está esperando há muito tempo uma porcaria de ônibus que isso te dá o direito de entrar sem pagar. Existem pessoas que vão sofrer as conseqüências dos seus atos, pessoas que vão pagar por você, pessoas que trabalham.

O senhor e mais todo mundo que estava naquela parada estavam esperando há muito tempo, assim como eu. A decisão é sua de pegar o ônibus cheio ou esperar o próximo. Tem gente que perdeu aula, tem gente que perdeu prova, tem gente que não chegou na hora pra buscar o filho na creche e nem por isso saiu por aí revoltado, querendo entrar no ônibus sem pagar ou colocar fogo nele.


Educação sempre em primeiro lugar. O fato do transporte em Porto Alegre estar um caos, não justifica atitudes medíocres como essa. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Vibrações

Quando mudamos as vibrações que emitimos, tudo ao nosso redor muda também. Acredite, eu sou a prova viva disso. Todas as grandes mudanças que aconteceram na minha vida foram culpa da minha mudança de pensamento, vibração, energia ou seja lá o nome que você quiser dar.

É incrível o poder que temos de mudar as coisas à nossa volta como que em um passe de mágica. Se você está deprimido, triste, chateado, é só mudar essa “vibe” ruim e pronto. Aquele papo de você escolhe o que você quer da sua vida é a mais pura verdade. Sério! Tente. Escolha ser feliz, escolha ficar de bem com a vida, escolha acordar de manhã e ver o dia lindo (mesmo que esteja cinza), escolha ver o lado bom das coisas, escolha aprender com as experiências (mesmo que sejam ruins). ESCOLHA!

É claro que mudar a vibração não é fácil. Mas, como eu já disse, é uma escolha. Com um pouco de esforço é possível sair de um estado da sua vida e ir para outro completamente diferente. Sim, basta querer e agir.

Nos últimos dias a minha rotina se resumia a poucas emoções. Eu não estava feliz nem satisfeita e, embora tivesse acabado de dar mais uma guinada na vida, sentia que aquela situação não estava me fazendo bem. Precisava mudar. Rápido. Me sentia acomodada, cheia de ideias, sem coragem, sem tempo (mesmo sem grandes compromissos)...

Decidi na virada do ano que eu mesma mudaria esse quadro para 2014. Coloquei na cabeça que esse ano seria maravilhoso e ele simplesmente começou a ser. Surgiram trabalhos, um novo cliente, me livrei de algumas coisas que não estava legais, voltei pra academia, montei o meu home office para trabalhar com mais conforto, parei de dizer que era uma jornalista desempregada para dizer que sou freelancer. Comecei a tomar as rédeas da situação.

Hoje, pouco mais de uma semana dessa mudança de comportamento, recebi uma notícia ótima que me fez parar para pensar e agradecer a todas as forças do universo. Olhei para a situação toda e posso afirmar com certeza que quando mudamos nossas vibrações, nossa energia e canalizamos elas para coisas boas, essas coisas aparecem pra gente. E as vezes, são coisas ainda melhores do que esperávamos. Muito melhores.


Faça um esforço. Tente. Escolha. Aproveite! 


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Personalidade até que ponto?

Tô cansada de gente chata que diz que tem personalidade. Personalidade forte pra mim é sinônimo de inflexibilidade e muita, muita chatice.

As pessoas tem sim que saber o que querem e do que gostam, tem que saber expor as suas ideias e falar o que pensam, mas tudo isso tem jeito e limite. Se você não gosta de pagode ou funk, por exemplo, não precisa dizer que são uma droga. Basta dizer que não gosta. Mas e se você está em uma festa e começa a tocar um pagodão ou um funk daqueles tipo “pre-pa-ra”, o que você faz? Vai embora indignado ou fica porque, afinal de contas, você não vai morrer se ouvir um pouco daquela música não é?

Se você está com 10 amigos, todos querem ir almoçar em uma churrascaria no domingo e você está de dieta e não quer sair da linha, o que faz? Tenta fazer todo mundo mudar de ideia, vai embora emburrada ou abre uma exceção e acompanha a galera?  

O problema dessa tal personalidade é que as pessoas ficaram mal educadas e chatas. Falam o que querem, expõe os seus gostos e (pior) diminuem aquilo que não for do seu agrado.

Eu acredito que tudo na vida deve ser falado, conversado, discutido. Não podemos guardar nada dentro da gente, colocar pra fora os sentimentos, dividir com os outros só nos faz bem. Diminui o peso que carregamos nas costas. Mas sempre existe o momento e o jeito certo de falar as coisas. Não que você não possa falar o que quer, quando quer, pra quem quiser e do jeito que quiser, mas se for assim, a resposta seguirá a mesma lógica e talvez você não goste do que vai ouvir.

Ter personalidade não significa que você precisa necessariamente amar uma coisa e odiar outra, significa que você sabe o que te agrada, respeita a opinião dos outros e está disposto a abrir exceções em nome da boa convivência.


Vai que numa dessas você aprende que funk e pagode tem o seu lado legal e que churrasco apesar de acabar com a dieta é uma das refeições mais gostosas do mundo? Surpresas da vida... Abra seu coração pra elas!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Abaixo as resoluções anuais


Todos os anos é a mesma coisa, janeiro é o mês onde se definem as metas que serão seguidas e perseguidas até dezembro. Traça-se um plano e confia-se nele até o final do ano, quando, finalmente, você pode mudar, readaptar e se desprender daquilo.

O pior de tudo, são as frustrações. Não conheço ninguém que tenha conseguido cumprir todas as suas resoluções e termine o ano sem uma frustraçãozinha que seja (se você conseguiu, parabéns!).

Esse 2014 já vai começar diferente pra mim. Depois de muito pensar em tudo que eu queria realizar durante o ano, fazer planos, dividir tudo em pequenas tarefas e ler livros que ensinam a aproveitar melhor nosso tempo, quase enlouqueci de tanta ansiedade dentro de mim e decidi que não quero viver com isso. Sim, joguei tudo pra cima e resolvi viver cada momento sem me preocupar se estou seguindo o meu “mapa” à risca.

Porque planejar o ano todo se cada dia é novo e pode nos reservar grandes surpresas se estivermos abertos para elas? Vamos planejar cada dia por vez. Quando acordar, vamos pensar no que esperamos daquele dia, o que vamos fazer, o que vamos ser.

As coisas que realmente mudam e melhoram nossas vidas, são aquelas que nem sequer imaginamos. Não precisamos ficar pensando em tudo o que queremos, planejando cada passo, a única coisa que precisamos fazer é viver. Sem angústias, sem ansiedades, sem pressão.

Desejos, objetivos e metas para o futuro podem mudar a qualquer instante. Julgar a nós mesmos toda hora cansa e faz nos sentirmos incapazes e incompetentes. Repita todos os dias que sim, você é bom o suficiente hoje, agora! Não se sinta culpado se resolver mudar de planos no meio do caminho. Não fique julgando cada passo que você dá como certo ou errado. Essa é a beleza da vida. Ela nos leva por caminhos que nunca sonhamos percorrer e, não raramente, nos apresenta surpresas incríveis.

Permita-se não seguir um roteiro pré-determinado em 2014!