quinta-feira, 22 de maio de 2014

Past

E de repente o passado cruza o seu caminho em uma dessas esquinas da vida e pergunta: “Como você tá?”.

Você já esperava que isso um dia fosse acontecer, até tentou se preparar para isso... E então, nesse momento, buscando por uma resposta, você pensa em como as coisas foram, como estão hoje e, inevitavelmente, faz uma comparação. Então percebe que tudo aquilo pelo que passou foi necessário para que se tornasse o que é hoje.

Um milhão de respostas pipocam na sua cabeça... Uma mistura de gratidão, pena, remorso, reconhecimento... Então você acaba por escolher aquela que não machuca, não ignora, mas também não alimenta nem dá esperanças: “Tudo bem”, e segue em frente.

Quando o passado cruzar o seu caminho, permita que ele te mostre o quanto o seu presente é realmente um presente. Depois disso, deixe que ele volte para o lugar de onde veio, o passado. 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

#DesafioNovoHábito - Resumo da Semana

Mais alguns dias de luta... As semanas andam cada vez mais corridas e o tempo cada vez mais curto. E com o inverno chegando, o jeito vai ser correr pra academia...

Já são 38 dias de desafio e me sinto tão bem!! Confesso que as vezes nem eu mesma acredito que estou conseguindo... Faltam ainda 52 dias mas eu sei que vou conseguir e prosseguir sempre!!

A meta agora é ajeitar a dieta pra conseguir atingir a meta até o final do ano sem muito sacrifício.

Agradeço todos aqueles que estão acompanhando essa caminhada (que já não é mais tão árdua e está ficando prazerosa) e me dando apoio do jeito que podem, seja mandando mensagens, seja me acompanhando nos exercícios ou simplesmente mandando energias positivas!!

Vamos lá!!!

Day 31

Day 32

Day 33

Day 34

Day 35

Day 36

Day 37



terça-feira, 20 de maio de 2014

Falta contato

Imagine a cena:

“Almoço de família em restaurante. Cinco pessoas, pai, mãe, dois filhos adolescentes e um bebê. Os filhos pegam seus celulares, colocam os fones de ouvido e se desligam daquele momento. O pai, muito preocupado com o trabalho, pega o celular só para dar uma conferida nos e-mails e já não presta mais atenção nos assuntos da mulher que, percebendo o descaso do marido, pega o tablet e tira fotos do bebê para compartilhar na internet com as amigas.”

É triste, eu sei. Mas essa é uma cena real que presenciei esses dias em um restaurante. Meia dúzia de palavras trocadas durante duas horas de almoço. A soberania dos celulares e redes sociais mal conseguiu ser interrompida pela chegada do almoço à mesa.

Sinceramente? Eu acho que o nosso tempo está carente de contato. Falta pegar na mão, falta dar atenção, falta olho no olho, falta cumplicidade. Falta aproveitar o momento. Falta ouvir.

As redes sociais fizeram com que todos nós fossemos escutados e vistos por todos. Será? Há quanto tempo não conversamos pessoalmente com nossos amigos de infância? Há quanto tempo não separamos um tempo para conversar sobre coisas aleatórias, sem importância nenhuma com nossos familiares e amigos?

Sem condenação àqueles que passam muito tempo conectados, mas tudo na vida precisa de equilíbrio. Não se esqueça que se você realmente precisar chorar as mágoas da vida que virão pela frente, é muito mais confortável fazer isso nos ombros de um bom amigo do que na frente do computador. 

É dando que se recebe

A cada dia que passa me convenço mais de que as coisas que nos acontecem são fruto das nossas vibrações. Nesses últimos tempos têm acontecido coisas comigo que me fazem acreditar nisso mais e mais...

Eu nunca fui de poupar dinheiro. Se tenho, gasto com coisas que me fazem bem, que me dão prazer. Há um tempo atrás aprendi que poupar é preciso e desde então separo uma quantia x do salário mensal e coloco na poupança. O que sobra gasto sem dó.

Adoro dar presentes para as pessoas que amo. Pra mim, presente a gente dá mesmo sem motivo. Olhou alguma coisa, lembrou da pessoa é o presente perfeito, não importa o valor. O mais legal é ver a surpresa e a satisfação no olhar. Isso me deixa muito feliz.

Bom, mas voltemos às vibrações...

O que acontece hoje é que as pessoas deixam de transcender algumas coisas em favor de si próprias e não se dão conta de que esse tipo de atitude traz a vibração pra baixo, faz a gente ficar com medo de perder algum bem material ou invejar um amigo pela felicidade que ele sente.

Se você já teve alguma coisa roubada (carro, celular, dinheiro) vai lembrar aquele sentimento de perda que sentiu no momento em que percebeu que aquilo que te pertencia sumiu.

Esqueça as coisas materiais por um segundo. O que aconteceu já foi e você não pode mudar o passado. Mude seu presente, tome uma atitude diferente, reaja de maneira diferente aquilo que acontece todos os dias.  

Divida o que é seu com o próximo sem medo de estar perdendo. Divida seu amor, seu sorriso, seu dinheiro, seu casaco, sua alegria, sua casa, seu carro... Na verdade, você só tem a ganhar com isso. Você vai se sentir tão bem que a sua vibração vai subir na mesma hora! E a partir daí, uma vez com a vibração lá no topo do universo, as coisas vão começar a dar certo! O universo, Deus, Alá, Buda, uma força maior ou o que quer que você acredite, vai olhar pra você e devolver em dobro tudo aquilo que foi dado de bom grado, sem pena, sem dó, sem arrependimento.

Acredite! Pratique!

Acredite! Acontece!

terça-feira, 13 de maio de 2014

#DesafioNovoHábito – Autoconfiança

30 dias!! Um mês de #DesafioNovoHábito!! Um terço do compromisso cumprido!! Pensar que agora só faltam 60 dias é quase um alívio...

Posso dizer que já não faço as atividades com o sacrifício que fazia antes, nem sinto aquela preguiça pra colocar a roupa de caminhada. Ainda não posso dizer que aquela vontade louca de sair correndo bate porque seria mentira, mas agora acho que esse dia pode chegar.

Nesses 30 dias aprendi algumas coisas que merecem ser destacadas. Uma delas é a autoconfiança que adquiri. Aprendi que só depende de mim e que SIM, eu sou capaz de mudar a minha rotina, de fazer uma pequena mudança pra conseguir fazer o exercício daquele dia. Muitas vezes escuto as pessoas me dizendo que não tem tempo, que se tivessem tempo fariam e tal. Eu sei o que se passa, já fiz isso, já falei essas mesmas frases, já fui de deixar a mim mesma de lado pra trabalhar, comer, ficar com alguém, enfim, eu era a última das prioridades na minha própria lista.

Nesses 30 dias o que eu tive que fazer de ajustes pra conseguir fazer aqueles 30 minutinhos de exercício não foi brincadeira. A questão é: quem quer e se propõe, faz.


Hoje eu posso dizer que confio na minha capacidade de levar isso até o fim, e não falo dos 90 dias, falo até o fim da vida, porque a ideia é que torne-se um hábito.