Faz tempo que não escrevo aqui...
Não me falta assunto, acredite. O que me falta é outra matéria prima, o tempo.
Parece mentira, mas já estamos em junho, quase em julho. Os dias estão voando, as coisas acontecendo rápido, o ano acabando... Só eu sei o desespero que me dá cada vez que eu risco os dias do meu calendário...
Daqui a pouco (179 dias pra ser exata) eu me formo, vou realizar um sonho, vou ser jornalista. Tenho pensado muito nisso e em todas as coisas boas e ruins que vem junto com a realização desse sonho e confesso que isso tem me apavorado um pouco.
É difícil explicar o que se passa nessa cabeça... Quero que o tempo passe logo, mas ao mesmo tempo, sei que vou sentir falta disso tudo, da faculdade, dos amigos, da falta de compromissos, da falta de pressão.
Enfim... Acho que eu tô preparada.
Que venha o mundo real!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Reencontro
Foi ali, naquele início de noite, banhados pelo pôr do sol, que tudo voltou a ser como antes. Eles se encontraram por acaso na rua, sentiram o mesmo frio na barriga de antigamente e combinaram de ver aquele velho pôr do sol que tanto os acompanhara em outras épocas.
Estavam felizes, falaram sobre as reviravoltas da vida, sobre as coisas que aconteceram com cada um desde aquele tempo, sobre filhos, casamentos, os antigos amigos. Aos poucos foram tocando nas feridas, algumas bem cicatrizadas, outras nem tanto e uma ou outra que nem o tempo foi capaz de curar.
Apesar das mágoas, conseguiram conversar como adultos, afinal, tanto tempo já se passara desde a última vez. Nenhum dos dois conseguia explicar o que estava sentindo. Um misto de alegria, saudade, paixão, amor, tristeza, mágoa e melancolia.
Lembraram dos velhos tempos, de quando eram próximos, tão unidos que diziam ser almas gêmeas. Riram de situações que enfrentaram juntos, dos sonhos que tiveram e realizaram, choraram ao lembrar as perdas que, igualmente juntos, superaram e lamentaram profundamente o fim de tudo há anos atrás.
Depois da conversa nostálgica o silêncio. O mesmo silêncio que há anos atrás incomodava tanto e era motivo de brigas, agora já não tinha tanta importância. Estavam quietos sim, mas estavam juntos. Mais juntos do que nunca. Sabiam disso.
Ficaram ali, sentados no muro que divide a rua e a praia, observando o sol se pôr lentamente, como dois adolescentes. O mesmo pôr do sol onde ele a pedira em namoro e, tempos depois, em casamento.
Queriam que o tempo parasse naquele momento. Depois de muitos anos separados, estavam agora frente a frente novamente. Não sabiam o que dizer um ao outro, não sabiam mais como lidar um com o outro, tinham medo. Medo das mudanças do tempo, medo das reações agora imprevisíveis, medo do sim e do não, medo do talvez.
Nada foi dito. A simples troca de olhares foi suficiente para que percebessem que tudo continuava como antes, a sintonia, o bom-humor, a paixão, as implicâncias, as manias, o mau-humor, os mesmos apelidos de sempre, a mesma roupa suja no chão do banheiro que ela tanto reclamava, a mesma demora no banho que ele detestava, o mesmo café na cama todo domingo que fazia com que ela se esquecesse das brigas, a mesma massagem relaxante que só ela sabia fazer nele... Tudo continuava igual, perfeito.
Com o cair da noite, a distância física entre os dois diminuiu. Estavam agora sentados lado a lado, ela com a perna apoiada na perna dele, ele com os braços em volta dela. Juraram à lua que nunca mais ficariam longe um do outro. Viveriam seus últimos dias como se fossem os primeiros, felizes, sonhando, amando, juntos...
Estavam felizes, falaram sobre as reviravoltas da vida, sobre as coisas que aconteceram com cada um desde aquele tempo, sobre filhos, casamentos, os antigos amigos. Aos poucos foram tocando nas feridas, algumas bem cicatrizadas, outras nem tanto e uma ou outra que nem o tempo foi capaz de curar.
Apesar das mágoas, conseguiram conversar como adultos, afinal, tanto tempo já se passara desde a última vez. Nenhum dos dois conseguia explicar o que estava sentindo. Um misto de alegria, saudade, paixão, amor, tristeza, mágoa e melancolia.
Lembraram dos velhos tempos, de quando eram próximos, tão unidos que diziam ser almas gêmeas. Riram de situações que enfrentaram juntos, dos sonhos que tiveram e realizaram, choraram ao lembrar as perdas que, igualmente juntos, superaram e lamentaram profundamente o fim de tudo há anos atrás.
Depois da conversa nostálgica o silêncio. O mesmo silêncio que há anos atrás incomodava tanto e era motivo de brigas, agora já não tinha tanta importância. Estavam quietos sim, mas estavam juntos. Mais juntos do que nunca. Sabiam disso.
Ficaram ali, sentados no muro que divide a rua e a praia, observando o sol se pôr lentamente, como dois adolescentes. O mesmo pôr do sol onde ele a pedira em namoro e, tempos depois, em casamento.
Queriam que o tempo parasse naquele momento. Depois de muitos anos separados, estavam agora frente a frente novamente. Não sabiam o que dizer um ao outro, não sabiam mais como lidar um com o outro, tinham medo. Medo das mudanças do tempo, medo das reações agora imprevisíveis, medo do sim e do não, medo do talvez.
Nada foi dito. A simples troca de olhares foi suficiente para que percebessem que tudo continuava como antes, a sintonia, o bom-humor, a paixão, as implicâncias, as manias, o mau-humor, os mesmos apelidos de sempre, a mesma roupa suja no chão do banheiro que ela tanto reclamava, a mesma demora no banho que ele detestava, o mesmo café na cama todo domingo que fazia com que ela se esquecesse das brigas, a mesma massagem relaxante que só ela sabia fazer nele... Tudo continuava igual, perfeito.
Com o cair da noite, a distância física entre os dois diminuiu. Estavam agora sentados lado a lado, ela com a perna apoiada na perna dele, ele com os braços em volta dela. Juraram à lua que nunca mais ficariam longe um do outro. Viveriam seus últimos dias como se fossem os primeiros, felizes, sonhando, amando, juntos...
quarta-feira, 26 de maio de 2010
30 coisas para fazer antes dos 30
Peguei as dicas nesse site, já fiz alugumas... Faltam 7 anos pra terminar, acho que dá tempo!
1) FICAR ABSURDAMENTE BEBADO PELO MENOS UM VEZ NA VIDA
Começamos bem. Número 1 - OK!
2) FAZER AMIZADE PELA NET E FICAR BEM AMIGOS
Gosto mais dos amigos reais
3) TER UM AMOR PLATÔNICO
Quem é que nunca teve um??
4) SE APAIXONAR A PRIMEIRA VISTA
É... Não foi uma paixão assim... Arrebatadora... Uma paixãozinha talvez
5) ROUBAR O NAMORADO DE ALGUÉM
Isso aqui vai totalmente contra os meus princípios. Nunca!
6) COMER CHOCOLATE NAS LOJAS AMERICANAS
heheheheheheh...
7) IR PARA BALADA DE ÔNIBUS
Putz! Já fui... Lamentável!
8) SUBIR NUM PALCO E DANÇAR IGUAL LOUCO
É... Digamos que, nos últimos tempos, eu faço isso sempre...
9) TRANSAR NUM LUGAR PUBLICO
Hmm...
10) FINGIR SER ESTRANGEIRO E FALAR UM IDIOMA QUE NÃO EXISTE
Isso é coisa de doido
11) PINTAR O CABELO DE UMA COR ABSURDA
Vermelho é uma cor absurda?
12) FAZER UMA TATOO
Esse ano sai!
13) TER O MELHOR SEXO DA SUA VIDA
Sem comentários!!
14) IR A UM SHOW DE ROCK E FICAR GRITANDO: ‘CANTA PAGODE’
Muito Planeta Atlântida isso
15) VOLTAR DA BALADA E DORMIR COM A ROUPA QUE SAIU
Aham...
16) SE JOGAR NA PISCINA DE ROUPA
Ser jogada na piscina de roupa vale?!?!?
17) FUGIR DE CASA E VOLTAR NO OUTRO DIA
Ah, eu era pequena...
18) IR NUMA BOATE GAY
Completaria: Ir numa boate gay com uma amiga e fingir ser um casal pra não ser agarrada no meio da festa
19) PASSAR UMA SEMANA COMENDO BESTEIRAS
Ihhh... Só uma semana?
20) TOMAR BANHO DE MAR A NOITE
Simmmm!!!
21) TER UM ANIMAL E CONVERSAR COM ELE
Ah, se meu cachorro falasse...
22) ENCONTRAR UM ÍDOLO
Já, vários
23) SACANEAR UM DESCONHECIDO
Sou muito mais sacanear um conhecido
24) CHORAR VENDO UM DESENHO OU FILME
Pra mim não é novidade
25) COMPOR UMA MÚSICA
Bem que eu queria, mas o dom me falta
26) VIAJAR SOZINHO
Ainda não, mas acho tão mais divertido ir com uma galera...
27) CHORAR DE TANTO RIR
E ficar com dor na bochecha?!?! Sim!!!
28) JOGAR UMA BOMBA NO VIZINHO
Nunca pensei nisso, mas ainda tem tempo
29) ENCONTRAR UM AMOR
Encontrei há 6 meses
30) DIZER EU TE AMO SEM ESTA BÊBADO
Todos os dias!
1) FICAR ABSURDAMENTE BEBADO PELO MENOS UM VEZ NA VIDA
Começamos bem. Número 1 - OK!
2) FAZER AMIZADE PELA NET E FICAR BEM AMIGOS
Gosto mais dos amigos reais
3) TER UM AMOR PLATÔNICO
Quem é que nunca teve um??
4) SE APAIXONAR A PRIMEIRA VISTA
É... Não foi uma paixão assim... Arrebatadora... Uma paixãozinha talvez
5) ROUBAR O NAMORADO DE ALGUÉM
Isso aqui vai totalmente contra os meus princípios. Nunca!
6) COMER CHOCOLATE NAS LOJAS AMERICANAS
heheheheheheh...
7) IR PARA BALADA DE ÔNIBUS
Putz! Já fui... Lamentável!
8) SUBIR NUM PALCO E DANÇAR IGUAL LOUCO
É... Digamos que, nos últimos tempos, eu faço isso sempre...
9) TRANSAR NUM LUGAR PUBLICO
Hmm...
10) FINGIR SER ESTRANGEIRO E FALAR UM IDIOMA QUE NÃO EXISTE
Isso é coisa de doido
11) PINTAR O CABELO DE UMA COR ABSURDA
Vermelho é uma cor absurda?
12) FAZER UMA TATOO
Esse ano sai!
13) TER O MELHOR SEXO DA SUA VIDA
Sem comentários!!
14) IR A UM SHOW DE ROCK E FICAR GRITANDO: ‘CANTA PAGODE’
Muito Planeta Atlântida isso
15) VOLTAR DA BALADA E DORMIR COM A ROUPA QUE SAIU
Aham...
16) SE JOGAR NA PISCINA DE ROUPA
Ser jogada na piscina de roupa vale?!?!?
17) FUGIR DE CASA E VOLTAR NO OUTRO DIA
Ah, eu era pequena...
18) IR NUMA BOATE GAY
Completaria: Ir numa boate gay com uma amiga e fingir ser um casal pra não ser agarrada no meio da festa
19) PASSAR UMA SEMANA COMENDO BESTEIRAS
Ihhh... Só uma semana?
20) TOMAR BANHO DE MAR A NOITE
Simmmm!!!
21) TER UM ANIMAL E CONVERSAR COM ELE
Ah, se meu cachorro falasse...
22) ENCONTRAR UM ÍDOLO
Já, vários
23) SACANEAR UM DESCONHECIDO
Sou muito mais sacanear um conhecido
24) CHORAR VENDO UM DESENHO OU FILME
Pra mim não é novidade
25) COMPOR UMA MÚSICA
Bem que eu queria, mas o dom me falta
26) VIAJAR SOZINHO
Ainda não, mas acho tão mais divertido ir com uma galera...
27) CHORAR DE TANTO RIR
E ficar com dor na bochecha?!?! Sim!!!
28) JOGAR UMA BOMBA NO VIZINHO
Nunca pensei nisso, mas ainda tem tempo
29) ENCONTRAR UM AMOR
Encontrei há 6 meses
30) DIZER EU TE AMO SEM ESTA BÊBADO
Todos os dias!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Minha força
Muitas vezes eu perdi as forças, a vontade de lutar, deixei de acreditar que as coisas podem dar certo...
Muitas vezes fiquei com raiva do mundo, achando que tudo aquilo que eu sonhei nunca vai se concretizar e que eu vou acabar sendo uma pessoa frustrada e triste...
Muitas vezes eu quis apertar o stop e parar tudo, os problemas, as raivas, as incertezas, as dúvidas...
Muitas vezes deixei de acreditar naquilo que sempre acreditei com todas as minhas forças, deixei de crer que sou capaz e competente o suficiente pra conseguir tudo o que eu quero...
Muitas vezes quis desistir de tudo, fazer as malas e ir embora pra bem longe, um lugar onde nada nem ninguém pudesse me encontrar...
Em todas essas vezes eu olhei pro céu, respirei fundo, esvaziei a mente e pensei em todas aquelas coisas boas que já me aconteceram até aqui e tantas outras que ainda estão para acontecer.
A felicidade é feita de momentos, junte os bons e só lembre dos ruins se for com vontade de superá-los, caso contrário, esqueça-os.
É saber lidar com tudo isso que nos dá força!
Muitas vezes fiquei com raiva do mundo, achando que tudo aquilo que eu sonhei nunca vai se concretizar e que eu vou acabar sendo uma pessoa frustrada e triste...
Muitas vezes eu quis apertar o stop e parar tudo, os problemas, as raivas, as incertezas, as dúvidas...
Muitas vezes deixei de acreditar naquilo que sempre acreditei com todas as minhas forças, deixei de crer que sou capaz e competente o suficiente pra conseguir tudo o que eu quero...
Muitas vezes quis desistir de tudo, fazer as malas e ir embora pra bem longe, um lugar onde nada nem ninguém pudesse me encontrar...
Em todas essas vezes eu olhei pro céu, respirei fundo, esvaziei a mente e pensei em todas aquelas coisas boas que já me aconteceram até aqui e tantas outras que ainda estão para acontecer.
A felicidade é feita de momentos, junte os bons e só lembre dos ruins se for com vontade de superá-los, caso contrário, esqueça-os.
É saber lidar com tudo isso que nos dá força!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Virando a página
Como é difícil virar a página...
Não tem nada mais difícil do que deixar pra trás alguma coisa que te trouxe muita felicidade; que te aproximou de pessoas que significam muito; que te ensinou a superar problemas; que te ajudou quando tu mais precisava...
É ruim saber que aquilo que sempre fez parte da tua rotina vai deixar de fazer; dói ter certeza que aquelas pessoas queridas que tu conheceu vão, aos poucos, ficando pra trás, seguindo seus caminhos que são bem diferente do teu; é difícil aprender a conviver com isso sem chorar cada vez que as lembranças ocupam a cabeça...
É ruim, dói, é difícil, faz chorar... Mas é necessário e ponto.
O máximo que se pode fazer é pensar que as mudanças são necessárias para a vida e para o crescimento, mesmo que isso sirva apenas de desculpa para se “dormir melhor” à noite.
Não tem nada mais difícil do que deixar pra trás alguma coisa que te trouxe muita felicidade; que te aproximou de pessoas que significam muito; que te ensinou a superar problemas; que te ajudou quando tu mais precisava...
É ruim saber que aquilo que sempre fez parte da tua rotina vai deixar de fazer; dói ter certeza que aquelas pessoas queridas que tu conheceu vão, aos poucos, ficando pra trás, seguindo seus caminhos que são bem diferente do teu; é difícil aprender a conviver com isso sem chorar cada vez que as lembranças ocupam a cabeça...
É ruim, dói, é difícil, faz chorar... Mas é necessário e ponto.
O máximo que se pode fazer é pensar que as mudanças são necessárias para a vida e para o crescimento, mesmo que isso sirva apenas de desculpa para se “dormir melhor” à noite.
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